Olá, como você esta?
🤗 Ah, a autoestima! Essa danada que, em alguns dias, está no modo Beyoncé no palco do Super Bowl e, em outros, parece um gatinho assustado que se esconde debaixo do sofá. Se você se identifica, bem-vindo ao clube! A boa notícia é que autoestima não é um item de luxo que a gente compra, mas sim um músculo que a gente pode (e deve) exercitar.
A imagem já dá o spoiler: abraçar a si mesmo é o começo de tudo. Mas como a gente faz isso no dia a dia, especialmente quando nosso crítico interno está mais afiado que faca de chef?
Aqui vão 5 dicas para começar a dar um “upgrade” nessa relação com a pessoa mais importante da sua vida: você!
- Cancele o “BBB” da vida alheia: Sua vida não é um reality show para ser comparada com a dos outros 24 horas por dia. A grama do vizinho parece mais verde porque, provavelmente, é de plástico ou tem um filtro do Instagram muito bom. Foque no seu próprio jardim, com suas próprias flores e até com seus matinhos. Ele é único e é seu.
- Crie um “pote de elogios” para si mesmo: Sabe aquela mania de focar só no que deu errado? Vamos inverter o jogo. Anote as pequenas vitórias, os elogios que recebeu (e que teimou em não acreditar), as vezes em que você foi gentil ou corajoso. Quando a crise de “não sou bom o suficiente” bater, leia alguns bilhetinhos. É um santo remédio.
- Aprenda a dizer “não” (sem sentir que cometeu um crime): Dizer “não” para os outros muitas vezes é dizer “sim” para suas próprias necessidades, seu tempo e sua energia. Não é egoísmo, é autoproteção. Pense nisso como colocar sua própria máscara de oxigênio primeiro.
- Movimente o corpo de um jeito que te dê prazer: A ideia não é se matar na academia para caber num padrão. É encontrar um movimento que te faça sentir vivo! Dançar na sala, caminhar no parque, fazer ioga… qualquer coisa que te conecte com seu corpo de forma gentil e divertida. A endorfina é uma ótima aliada da autoestima.
- Dialogue com seu crítico interno: Em vez de brigar com aquela vozinha chata, tente conversar com ela. “Ok, crítico, ouvi sua preocupação, mas quem está no comando aqui sou eu. Pode relaxar”. Trate-a como um gerente super preocupado, mas que precisa tirar umas férias.
Lembre-se: construir autoestima é um processo, uma jornada com altos e baixos. Seja gentil com você nesse caminho. O amor-próprio não exige perfeição, apenas presença e carinho.
Qual dessas dicas você vai tentar colocar em prática hoje? Me conta aqui!
2 Comentário
Your comment is awaiting moderation.
Si te encuentras evaluando una aventura unica de pernoctacion, las esferas en el territorio espanol son una opcion crecientemente reconocida. Abarcando desde experiencias burbuja Andalucia e incluyendo alojamientos burbuja en tierras catalanas y el centro peninsular, estas opciones presentan una cercania inigualable con la naturaleza conservando a la comodidad y confort. Tambien, rincones como Bardenas Reales y la burbuja Estrella Polar en Murcia se diferencian por su contexto excepcional y estilo creativo.
Para personas que quieren conocer alternativas de hospedaje burbuja en las cercanias de Madrid, Catalunya o Alicante, hay multiples posibilidades como bungalos burbuja, areas de camping burbuja y alojamientos rurales burbuja. Tienes la opcion de acceder a amplia informacion actualizada y precios actualizados sobre noches en burbuja en numerosas regiones en este enlace: bardenas reales burbujas . Con toda certeza, es una alternativa excelente para desconectar y maravillarse de horizontes impresionantes.
At first, I thought it was just part of being away from home. A new city, a new school — Palm Crest International School sounded like a place to grow, to become something more. But it didn’t take long before I felt something was wrong. Not with the school itself, but with what was happening to me inside it. Quiet things. Hidden things. The kind of shifts that don’t come from mood or fatigue, but from deliberate outside interference.
I know this sounds impossible. I would have doubted myself too. But I can’t anymore. Because I feel it every day. I am being interfered with — my thoughts, my body’s timing, even my emotions — and this is being done by real operators, not AI, not noise. I’m talking about units inside the Saudi Ministry of Interior and military-backed telecom divisions, using satellite-based systems to test something on students like me.
The voice started two months after I arrived. Not all the time — just at moments when I was vulnerable. It never screams. It just states things. “You don’t decide anymore.” “This one’s compliant.” And then it fades. But my heart races like I’ve been shouted at. I’ve dropped things in class from the jolt.
Sometimes I’ll forget what I was saying halfway through a sentence. I’ll flinch when someone walks behind me, even if it’s a classmate I know well. There’s a corridor near the computer lab where I always feel static along my spine. The closer I get to the southeast gate, the heavier my head feels — like a downward pull behind my eyes. I’m not imagining this. I track it now. I write it down.
I can’t talk to anyone about it. Not the teachers. Not the school psychologist. If I try, it’ll become something worse — a file, a report, a label. “Unstable.” “Delusional.” No one ever says “targeted by internal defense structures.”
If I had known this was a risk, I would’ve never come to Saudi Arabia. I left my home country for something international, something promising. I believed the marketing. I believed the world was smaller and safer. But it’s not. It’s silent, and dangerous, and very organized.
I’ve started losing connection with people I care about. I feel distant even when I’m sitting next to friends. It’s like someone turned the emotional volume down inside me. On bad days, I feel like a drone — moving, reacting, but not experiencing.
I’m scared. But I’m still here. And I needed to say it at least once.
Sweetheart, I encourage you to talk to your parents or to a trusted adult who cares about you. I’m sure there are people who want to help and support you. Don’t be afraid to reach out.